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Nov 11





Sim...tá ordinarito o titalo....e o vídeo que alguém resolveu fazer não ajuda...mas Chambao é sempre muito bom, e esta não é excepção!


Semeado por alaranjacorderosa às 14:23
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Reza a notícia no JN de hoje, acerca da mãe da Alexandra (lembram-se da menina cuja guarda foi retirada aos pais adoptivos?? e da luta do pai GNR para conseguir manter a menina com eles):

Natália Savach Zarubina, mãe de Alexandra, menina que foi retirada à família de acolhimento portuguesa pelo Tribunal de Guimarães em 2009, acusou as autoridades russas de não prestarem qualquer tipo de ajuda à sua família. "As autoridades locais devem ser as primeiras a ajudar, porque o presidente não pode ajudar toda a gente. Ninguém me ajuda, apenas me atiram lama", queixou-se no programa "Última Palavra", transmitido no sábado à noite no canal televisivo russo NTV. No programa, que tinha como tema "Não tem vergonha de ser pobre?", Natália Savach Zarubina declarou: "Não vivemos na miséria completa, mas vivemos numa vila onde não há emprego, só há alguns cafés para motoristas de longo curso e mais nada." "Agora não trabalho, frequento um curso. Não consigo emprego ora porque não tenho instrução, ora porque não tenho profissão, ora porque já não tenho idade", lamentou. A avó de Alexandra, Olga Zarubina, revelou que toda a família de seis pessoas vive com as reformas que ela e o marido recebem. "Eles quatro [Natália, marido e duas filhas] e eu e o meu marido vivemos das nossas reformas. Eu recebo por mês sete mil rublos (cerca de 170 euros) e o avô sete mil e quinhentos (cerca de 195 euros)", acrescentou.
Sou só eu que continuo sem perceber como é que esta mãe conseguiu ganhar a guarda da criança? Quando, quanto mais tempo passa, menos condições ela tem de a sustentar??

Intriga-me. Se alguém me fizer o obséquio de explicar, eu ficarei muito agradecia!


Semeado por alaranjacorderosa às 13:42






Só para que saibam que tenho amigas horríveis!!! Que engordam as pessoas!!! Mas que tem umas mãos de fada e sabem usá-las como ninguém!
Quem se lembra de fazer um bolo com recheio de Ferrero Roché??? Queeeemmm???? A Carla Monteiro, claaaaro!! :D :D
 
Ora façam o favor de espreitar:
http://susanadelicatessen.blogspot.com/
Semeado por alaranjacorderosa às 11:35

Antes do post...chamada de atenção que o "c" em actuais foi deixado deliberadamente! Não falo para o novo acordo ortográfico...aborreci-me imenso com ele!!




Ora na verdade, e sim, MAIS um romance histórico!! Que querem?? Não abro mão...gosto, gosto, gosto! Há já muitas pessoas a gostarem de Danielle Steel....

Este pequeno (grande) livro relata a história de Madragana, a cumcumbina mouraa do rei Afonso III que morre, no início da trama, murmurando um "segredo". E é, também, a história de Eunice Bacelar que encontra um pergaminho no Vaticano que referia a existência de Madragana, de um alquimista da corte do próprio rei e suas supostas tendências homosexuais, e do único Papa português João XXI.

É o primeiro romance de Maria Antonieta Costa, uma professora, historiadora e membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais. Segundo palavras da própria “procurei urdir uma trama com carácter de thriller que mostrasse um outro lado possível de Afonso III, um monarca que passa injustamente despercebido, pois foi ele que fixou as fronteiras continentais em 1249 e que ainda hoje se mantêm, um notável administrador e, depois de D. Afonso Henriques, foi quem fez os alicerces do país. Um rei que fundou povoações, restaurou outras, e teve a preocupação do povoamento”.

Ainda não cheguei a meio, mas garanto já que envolve!! A roçar um pouco a ideia já gasta de juntar o Vaticano e os seus arquivos a um história actual (à lá Dan Brown style), mas com a benesse de se basear em muitos factos verídicos, e de contar a história de um rei, realmente pouco conhecido, na voz de uma (muito pouco) dama da corte.


“Há que saber discernir o que é realidade histórica, e eu tenho-a no meu livro, daquilo o que é ficção, e daí ter incluído uma introdução em que previno o leitor para esta situação. Coloquei no final um quadro cronológico que estabelece a relação entre a ficção e a realidade para que os leitores possam fazer um confronto”.


Trata-se essencialmente de um thriller em que acção domina a descrição, tecida em volta do ocultismo, crimes, conspirações, sociedades secretas e até mesmo homossexualidade. Somos presenteados com um amplo leque de figuras históricas reais, bem como a própria geografia de espaços da obra torna-se particularmente cativante já que todos os locais são visitáveis ou evocam algo na memória de cada um de nós.


Recomendo vivamente e espero que a autora não se fique por aqui.

Semeado por alaranjacorderosa às 10:24

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